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Ney Franco (D) e Adriano Rodrigues (E), do CSA Ney Franco (D) e Adriano Rodrigues (E), do CSA

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Ney Franco avalia estreia no CSA e destaca pontos a melhorar na equipe

Foto: Augusto Oliveira/CSA

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A estreia de Ney Franco no CSA não foi da maneira esperada. A equipe alagoana acabou derrotada pelo Goiás por 1 a 0, no estádio Rei Pelé, nesta última quarta-feira (14). A partida foi bastante aberta, com chances dos dois lados, e o Azulão lutou bastante. Chegou a colocar duas bolas na trave, parou no goleiro Tadeu e não conseguiu balançar as redes. Este empenho do grupo de atletas na busca pelo placar foi algo bastante exaltado pelo treinador.

“Em termos de ponto positivo, o que eu mais achei interessante foi a entrega dos jogadores o tempo todo. A gente finalizou o jogo em cima do adversário, com proposta ofensiva, querendo o empate para provocar uma virada de jogo. Não faltou empenho, entrega e disposição deles. Então a gente tem que continuar a criar um ambiente de responsabilidade desses atletas para seguir nessa linha”, disse o comandante do CSA.

Ney Franco também comentou sobre pontos que pretende corrigir na equipe. Um deles, principalmente, vai na mentalidade de jogo do time. Apesar de ser uma equipe ofensiva, o CSA vinha de um estilo baseado em passes mais curtos, privilegiando a posse de bola, tendo isso como característica da equipe com os dois últimos técnicos: Mozart e Bruno Pivetti. Agora, o novo comandante do Azulão quer uma equipe que verticalize mais o jogo, e essa é uma mudança que ele deve implementar conforme tenha mais dias de treinos com o elenco.

“Negativamente, eu posso falar publicamente que eu já dei um primeiro toque nos atletas e a gente vai ter que achar um espaço para treinar isso: é uma equipe que está muito condicionada a ficar tocando para trás em um momento que eu gosto mais de jogo vertical, uma saída de bola mais rápida, com ligação da defesa para o ataque. Em alguns momentos, a nossa equipe está rodando muito a bola atrás. E nesse momento que roda muito a bola atrás, dá muito tempo para a defesa adversária se recompor. Esse é um desafio nosso, de colocar uma equipe mais aguda, sem ficar recuando muito a bola para o goleiro e tendo uma qualidade maior na saída para o ataque”, concluiu o técnico do CSA.

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