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Goleiro Rodrigo Calaça, destaque da Juazeirense Goleiro Rodrigo Calaça, destaque da Juazeirense

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‘Minha última Copa do Brasil’: destaque da Juazeirense, Calaça avalia pênaltis defendidos

Divulgação/Juazeirense

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Aos 41 anos, o goleiro Rodrigo Calaça sabe que sua carreira já está mais perto do fim que do começo. Após a eliminação da Juazeirense da Copa do Brasil, frente ao Palmeiras, o arqueiro se despediu do torneio que o consagrou e comentou o sucesso nas defesas de pênaltis.

Após o jogo, Rodrigo Calaça comentou ao canal SporTV sobre a eliminação, mas valorizou o jogo do Cancão de Fogo. “Enfrentamos uma grande equipe, uma das melhores do Brasil, da América. Fizemos um jogo de igual para igual. Ficamos felizes pelo jogo, não pelo resultado”.

Rodrigo Calaça na Juazeirense

Cria do Goiás, onde passou 13 temporadas, o goleiro ainda rodou por Sport, Portuguesa, Itumbiara, Atibaia, Anapolina, Santa Helena-GO, Gama e Anápolis. Ele está na Juazeirense desde o ano passado e soma 47 jogos.

Nesse tempo, Rodrigo Calaça ganhou grande destaque nas duas campanhas baianas na Copa do Brasil. Em 2021, o time passou por Sport, Volta Redonda e Cruzeiro, antes de cair para o Santos. Neste ano, Grêmio Anápolis e Vasco caíram antes da eliminação para o Palmeiras.

Pegador de pênalti

Assim, foram seis pênaltis defendidos nesse recorte. “Deve ser minha última Copa do Brasil. Queria dar um testemunho de como aconteceram minhas vitórias nos pênaltis. Foram seis pênaltis, e o mérito não é meu. Deus me revelou cada pênalti, em cada partida”.

A partir daí, Rodrigo Calaça também falou sobre cada uma das cobranças de pênalti que a Juazeirense precisou passar ao longo dessas duas campanhas. A marca da cal foi o que cravou as classificações sobre o Volta Redonda, o Cruzeiro e o Vasco da Gama.

“No Volta Redonda, Deus me falou ‘pula todos no canto direito’ e eu defendi. No jogo contra o Cruzeiro, ‘pula para o seu canto direito’, pulei e defendi o 1º. Na 5ª cobrança, Deus me falou ‘agora você vai para o lado esquerdo’ e defendi o último pênalti”. Ele continou.

“E o do Nenê (Vasco), para mim foi o mais sobrenatural. Na partida, Deus me deu uma visão dentro do jogo, que ele ia bater no meu canto direito, daquela maneira. E eu consegui fazer a defesa”, concluiu Rodrigo Calaça.

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