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Diretorias de Bahia e Sport alegam inversão de mando de campo que beneficia o Vasco Diretorias de Bahia e Sport alegam inversão de mando de campo que beneficia o Vasco

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Sport e Bahia estudam ação no STJD alegando nova inversão de mando do Vasco

Foto: Daniel Ramalho/Vasco da Gama

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As diretorias de Bahia e Sport estudam entrar com uma ação no STJD caso seja confirmada a troca do local da partida entre Londrina e Vasco. Inicialmente marcado para o Estádio do Café, o jogo pode ser realizado em Cariacica, no Espírito Santo, a pedido do clube mandante, pela 13ª rodada da Série B do Brasileirão.

A CBF ainda está analisando o pedido do Londrina de transferir o local do jogo. O Vasco, inclusive, será consultado por se tratar de uma mudança de estado. Porém, a alteração beneficia o clube carioca pela proximidade com o Rio de Janeiro e também pela possibilidade de ter mais torcedores cariocas no estádio Kleber Andrade.

Na última semana, Bahia e Sport já haviam questionado a CBF por conta do jogo Guarani x Vasco, que foi realizado na Arena da Amazônia, em Manaus, com mando do Bugre. Os clubes alegam que a mudança do local do jogo trata-se de uma inversão de mando de campo e que violava o artigo 20, parágrafo único, do Regulamento Específico da Competição.

Desta vez, as diretorias do Tricolor e do Leão vão buscar o apoio de outros clubes. A ideia é de que este tipo de mudança seja evitada durante toda a Série B.

“Estamos estudando a possibilidade de entrar com uma ação no STJD. Ontem, falei com o presidente do CRB e vamos procurar outros clubes também”, afirmou o vice-presidente de futebol do Sport, Augusto Carreras.

O que diz o parágrafo único do Artigo 20 sobre inversão de mando:

O clube que queira deslocar partidas para outras praças deverá, com 30 dias de antecedência, demonstrar que, de maneira nenhuma, esta prática representa: (i) prejuízo ao equilíbrio técnico da competição; (ii) prevalência do interesse econômico particular do clube, em detrimento dos aspectos técnicos da competição; (iii) prejuízo da presença dos torcedores do clube mandante no estádio escolhido; (iv) privilégio de qualquer natureza em favor do clube adversário, como inversão ou comercialização do mando de campo; entre outros aspectos a serem avaliados pela DCO.

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