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Náutico joga bem, mas tem gol mal anulado, pênalti não marcado e perde para o Juventude

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Uma partida que não faltou entrega, mas que foi determinada por erros capitais de arbitragem. Na noite deste sábado, diante do Juventude, em Caxias do Sul, pela 23ª rodada da Série B, o Náutico fez seu jogo de maior imposição até aqui no campeonato – contou com bola na trave e atuação de gala de Marcelo Carné -, mas perdeu por 1 a 0 para o Jaconero, com gol marcado por Capixaba. Contudo, quem ganhou mesmo o protagonismo do duelo foi o árbitro André Rodrigo Rocha.

Além de ter dado, erroneamente, impedimento no único gol alvirrubro, marcado por Erick, logo no início do primeiro tempo, o juiz deixou de assinalar pênalti em Kieza na reta final do duelo, quando o Timbu pressionava pelo empate. Uma ducha de água fria para quem jogou melhor e precisava da vitória a todo custo para ganhar o mínimo de sobrevida na luta contra o rebaixamento.

Com o novo revés, o terceiro dos últimos cinco jogos, o Náutico segue na zona de rebaixamento e em situação cada vez mais crítica. A diferença para o Cruzeiro, hoje primeiro time fora do Z4 – após triunfo do Vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta -, aumentou para sete pontos. O Timbu segue estacionado em 17º, com 21 somados. Na terça-feira, enfrenta o Guarani, nos Aflitos, às 19h15.

Estatísticas

Posse de bola: Juventude 43% x 57% Náutico

Finalizações: Juventude 5 x 15 Náutico

Escanteios: Juventude 2 x 8 Náutico

Defesas do goleiro: Juventude 6 x 2 Náutico

Passes: Juventude 323 x 402 Náutico

Aquém

Mesmo com o Náutico fazendo seu melhor jogo na Série B, dois jogadores se mostraram aquém diante do Juventude. O primeiro, Erick. O atacante, que até marcou gol – assinalado impedimento pelo bandeira -, não acompanhou a intensidade do time, errando passes, cruzamentos e quase sempre tomando decisões erradas ao tentar arriscar finalizações de fora da área – o que não é, definitivamente, seu forte. Não à toa foi substituído no segundo tempo.

O timbu fez uma boa partida em Caxias, mas a arbitragem teve 2 erros capitais. E a distância para sair do Z4 começa a ficar inalcançável…

Outro – este regular em ser irregular em grande parte dos últimos jogos – foi Jean Carlos. O meia, considerado outrora principal peça construtora do time, perdeu chance embaixo da barra no final do primeiro tempo, após bela jogada individual de Kieza. No restante do duelo, pouco tomou as rédeas da partida.

Quem não faz..

Leva. E o Náutico pagou, mais uma vez, pela má fase individual de alguns jogadores – também contando, claro, com dia inspirado do goleiro Marcelo Carné, que trabalhou muito. Ele, inclusive, foi nome determinante para o resultado positivo do Juventude, após fazer milagre no voleio à queima roupa de Kieza, na entrada da pequena área, quando o Jaconero vencia por 1 a 0. Carné também salvou em outra finalização do atacante, espalmando para escanteio.

Imposição sem definição

Levando em consideração o scout da partida divulgado pelo SofaScore, os dados favoráveis ao Náutico impressionam, mas o Timbu não soube transformar imposição em definição. Teve mais posse de bola, finalizou o triplo do Juventude, cujo goleiro trabalhou três vezes mais que Anderson, mas a bola não entrou – muito em parte, como citado acima, pelo bom desempenho do arqueiro adversário. Faltou tranquilidade.

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