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Sport perde para o Palmeiras na Ilha e pode se reaproximar do Z4

Durante a maior parte do jogo, prevaleceu o bom futebol do Verdão, porém, mais uma vez, o Rubro-negro saiu na bronca com a arbitragem

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Na noite deste sábado na Ilha do Retiro, com a bola rolando, prevaleceu a qualidade técnica. O Sport até fez um bom começo de jogo, de certa forma empolgante para os padrões, mas ao diminuir por um instante o ritmo viu o Palmeiras impor a superioridade e marcar com Willian, aos 28 minutos do primeiro tempo. A partir de então foi dominado pelo Alviverde, especialmente na etapa complementar.

Porém, o Leão saiu muito na bronca com a arbitragem. Isso porque, nos acréscimos, houve um pênalti marcado para o Rubro-negro, que, contudo, acabou anulado pelo árbitro Dyorgines Jose Padovani de Andrade, do Espírito Santo, após revisão no VAR – os jogadores do Sport reclamaram muito. No fim, permaneceu o 1 a 0 para os visitantes em confronto válido pela 29ª rodada da Série A.

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E agora?

Com o resultado, o Leão segue com 32 pontos, em 14º lugar, mas pode reaproximar da zona de rebaixamento, caso o Bahia (que tem 28 e é o 17º) pontue no complemento da rodada. Na sequência do Brasileiro, o Sport volta a campo no próximo sábado, diante do Fluminense, fora de casa.

O jogo era mesmo difícil para o leão e a vitória do alviverde era totalmente justa, mas o pênalti desmarcado aos 49 minutos passou do ponto…

Primeiro tempo aberto

O primeiro tempo foi aberto. Aberto no sentido de espaços para jogar, não necessariamente de chances claras. O que se explica pela composição do meio do Palmeiras, composto por três jogadores muito criativos (Raphael Veiga, Zé Rafael e Lucas Lima), mas sem pegada, o que permitiu ao Sport, quando com a bola, ter campo para circular e chegar bem no ataque, mesmo o Leão sendo um time com limitações. Ao mesmo tempo, quando sem a posse, o Rubro-negro teria grandes dificuldades, já que o meio do Alviverde é um time com enorme capacidade técnica.

Começo forte do Sport – e superior

Dentro desta tônica, o Leão iniciou a partida melhor, mais intenso. Com espaços para propor, teve até repertório: seja pela direita (Prata e Patric), pela esquerda (Marquinhos e Júnior Tavares) ou com a bola longa de Betinho, titular no lugar de Ronaldo. Em cima, a primeira grande chance do Rubro-negro foi aos 12 minutos, com Dalberto, que recebeu bom cruzamento de Patric e cabeceou bem, mas em cima de Weverton, que espalmou.

O atacante, aliás, não ficou apenas na referência e teve boa movimentação, dando opção pelos dois lados e ganhando da marcação, conseguindo superar a marcação. No lance seguindo ao cabeceio, aliás, Dalberto recebeu na esquerda, passou pelo zagueiro e cruzou rasteiro, mas foi interceptado. Pouco depois, outra boa chegada, dessa vez com Patric após ótimo lançamento de Betinho por trás da defesa (algo que o volante forçou algumas vezes), que, entrando na área, tentou passe rasteiro para Dalberto, mas acabou interceptado por Weverton.

Sport diminui ritmo, Palmeiras equilibra e impõe qualidade

Após 20 bons minutos, o Sport diminuiu o ritmo – até porque nenhum time consegue jogar o tempo todo em alta intensidade. Desta forma, o Palmeiras equilibrou o jogo e, assim, impôs a diferença técnica, chegando ao ataque. Primeiro, arriscou bons chutes de fora da área, com Veiga e Zé Rafael, ambos espalmados por Polli. Aos 28, por sua vez, chegou e foi letal.

Com a defesa do Sport bem postada, Veron recebeu ótima virada de jogo e, cercado por dois, dominou já ajeitando para o cruzamento, que na verdade foi um passe, tamanha precisão para Willian. Ao receber, o atacante antecipou-se a Adryelson e, sem ângulo, chutou entre as pernas de Polli para colocar o Leão em desvantagem.

Sport sente o gol

Atrás do placar, o Leão não conseguiu reagir. Com a bola, não repetiu a efetividade vista no começo da etapa inicial, apenas rondando a área. E por pouco não sofreu o segundo gol. No meio de campo, Betinho foi desarmado e cedeu um contra-ataque três contra dois, desperdiçado por Zá Rafael que, sozinho, finalizou alto demais.

Segundo tempo começa com Palmeiras melhor

Para a etapa complementar, Jaur Ventura, em busca do empate, tornou o Sport mais ofensivo. Sacou Raul Prata e colocou Gomez, trazendo Patric para lateral. A mudança, porém, não surtiu o efeito desejado e o Rubro-negro não repetiu os momentos do começo da partida, melhor recorte do time no jogo.

Pelo contrário, ao ir para cima, o Sport ficou mais aberto e cedeu espaços para o Palmeiras, que por pouco não marcou em duas oportunidades: primeiro, aos 15 minutos, em dois contra dois, Breno Lopes acertou a trave. Pouco depois, foi a vez de Willian, livre, na quina da pequena área, chutar raspando.

Sport muda jogadores, mas não melhora

Tentando trazer um fato novo e equilibrar o jogo, Jair Ventura fez novas trocas, acionando Sander e Hernane. Porém, o cenário do jogo não mudou. O Sport circulou a bola, mas demonstrou a velha criatividade de criar e foi inofensivo. Na reta final, ainda, viu o Palmeiras ter o controle do jogo e segurar a justa vitória.

VAR entra em cena nos acréscimos

Já no fim da partida, o Sport, tentando abafar, teve um pênalti marcado em campo – mas anulado após consulta no VAR. A zaga do Palmeiras afastou a bola, que bateu no braço de Rony, que estava aberto, dentro da área. Depois de cinco minutos entre a conversa com a cabine e a revisão, o juiz Dyorgines Jose Padovani de Andrade, do Espírito Santo, voltou atrás e desmarcou. Os jogadores do Sport protestaram muito, até porque momentos antes teve um outro lance com Hernane na área, que o atacante foi derrubado e pediu pênalti – este sequer revisado.

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