conecte-se conosco

BABahiaSérie AÚltimas

Dado exalta Lucas Fonseca, prega jogo a jogo e quer Bahia ofensivo

‘Independente do adversário ou local, vamos ser propositivos’, disse o treinador; veja principais trechos da coletiva

Publicados

em

Nas vésperas de enfrentar o Athletico Paranense, na noite desta quarta-feira, às 18h, na Arena Fonte Nova, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Dado Cavalcanti concedeu entrevista coletiva no Bahia e projetou o confronto.

Para a partida, o treinador terá o retorno do zagueiro e capitão Lucas Fonseca, recuperado de contusão muscular após exatos dois meses, algo exaltado pelo comandante, que destacou a liderança, porém, indicou que o defensor deve iniciar no banco de reservas.

VEJA MAIS: Confira aqui outras notícias do Bahia

“Lucas também exerce uma liderança positiva dentro do elenco, então comemoro o retorno dele. Mas também é fato que ele treinou muito pouco antes desse jogo, ainda aquém de disputar 90 minutos. Mas será extremamente importante a presença dele no vestiário, no ambiente e óbvio se houver necessidade Lucas entrará em campo. Mas com as precauções que ele volte da melhor forma possível”, afirmou Dado. 

LEIA: Sem espaço no Bahia, Saldanha é emprestado para o JEF United, do Japão

Na zona de rebaixamento com 29 pontos e uma partida a menos, o Esquadrão está três abaixo do primeiro time fora da degola. Ao avaliar a luta pela permanência, o técnico afirmou que planeja um jogo de cada vez, evitando maiores projeções.

LEIA: Com Lucas Fonseca e outros atletas, Dado ganha opções no Bahia

“Pensar exclusivamente no próximo jogo. A gente às vezes faz planos, contas, contamos com resultados dos adversários, mas não fazemos a nossa parte. Então é excluir qualquer tipo de fator externo, dar confiança aos jogadores, e é uma coisa que venho batendo internamente, passar confiança, coragem, atitude, para que vençamos”, analisou o treinador. 

OUÇA A MAIS RECENTE EDIÇÃO RAIZ DO PODCAST 45 MINUTOS, QUE ANALISA A RETA FINAL DOS NORDESTINOS NAS SÉRIES A E B.

Ainda sobre a reta final da Série A, Dado disse que quer um Bahia ofensivo, que propõe o jogo, pois enxerga que, com mais posse de bola, terá mais chances de sair vencedor. Atualmente, o Tricolor possui a pior defesa da competição, com 51 gols sofridos. 

“Se tivemos uma postura propositiva contra o Grêmio, na Arena, não há motivo para fazermos diferente nas próximas partidas. Essa tem sido uma caracterização da nossa equipe: coragem para jogar. Independente do adversário ou local do jogo, vamos ser propositivos”, disse.

“Mas concordo que devemos ser propositivos ao ponto de não vacilar defensivamente. Nossa equipe infelizmente sofre muitos gols, (mas) o fato de jogarmos para frente não significa que vamos ficar mais desguarnecidos por isso, pelo contrário, eu acredito piamente que a equipe que ataca mais vai agredindo mais o adversário e minha expectativa é que isso se fortaleça dentro do nosso grupo”, complementou o técnico.

Veja outros trechos da coletiva

Dez dias de preparação

“Os dias são importantes no processo de evolução, comemorei esse tempo de trabalho a mais. Acho que o tempo de treinamento surtiu efeito nos confrontos contra Grêmio e Atlético-GO, principalmente o Grêmio. E reforcei nesse tempo alguns comportamentos defensivos, principalmente na nossa primeira linha de marcação. Enfrentaremos um dos adversários mais equilibrados do campeonato, para mim, tanto defensivamente como ofensivamente e que faz 50% dos gols com jogadas de bolas dentro da área. E isso tem sido o pesadelo da nossa equipe durante todo o campeonato. Então fortaleci nos treinamentos o comportamento do encaixe defensivo na área, posicionamento do homem e encaixe do segundo homem”.

Mudanças? 

“Em relação às mudanças estruturais, acho que nossa equipe precisa reforçar comportamentos que estão sendo evidenciados nos últimos jogos. Não devemos ter mudanças estruturais, apenas algumas modificações estratégicas para o confronto contra o nosso adversário que é o Athletico, que tem diferenças dos outros adversários. E tentando repetir o máximo possível a escalação de jogadores que jogaram o último jogo, fazendo com que a gente ganhe um pouco mais de confiança”.

Variação tática e não repetição da escalação

“Taticamente eu repeti, principalmente em relação a modelo. Alguns ajustes em relação a posicionamento, às vezes Ramirez mais próximo do gol, às vezes mais aberto, talvez tenha sido a maior diferença. Em relação à escalação, não tive todos os jogadores disponíveis em nenhum jogo. E nesse jogo não terei novamente à disposição. Os jogos sucessivos trazem lesões, suspensões, e esses são os fatores que influenciam diretamente numa equipe”.

Trending