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PESanta Cruz

Grupo Pró Santa vai pedir a impugnação da chapa da atual diretoria na eleição do clube

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Até a eleição do Santa Cruz, no dia 10 de fevereiro, os bastidores da política tricolor tendem a seguir em alta temperatura. Após o grupo que representa a atual direção ter modificado, nesta quinta-feira, a configuração da chapa, com o ex-diretor do núcleo gestor, Roberto Freire, assumindo o posto de candidato a presidente do executivo e o atual chefe do Conselho Deliberativo, Paulo Borba tentando a reeleição, será a vez do grupo de oposição “Pró Santa” procurar a secretaria do clube nesta sexta-feira. No pedido, a impugnação da chapa da situação.

No entanto, o motivo para a contestação inicialmente não está atrelado à mudança na composição da chapa da situação e sim a outra possível irregularidade apontada pelo “Pró Santa” na primeira inscrição feita pela situação, na última terça-feira. 

“Você não pode colocar nomes que não tinham autorizados a estarem na chapa. Muita gente foi pega de surpresa com o protocolo da chapa (da situação). Eles fizeram no desespero. E nós estamos preparando a impugnação. Tomamos ciência que algumas pessoas que estão na chapa não deram autorização”, adiantou Mário Godoy, candidato à presidência do Conselho Deliberativo do grupo Pró-Santa. 

Com relação a troca dos candidatos à presidência executiva e do conselho deliberativo feita pela situação, Godoy também enxerga irregularidades. Porém, ainda será decidido se isso será anexado ou ao pedido de impugnação. Segundo ele, a mudança, feita após o encerramento do prazo para as inscrições das chapas, não está previsto no estatuto do clube.

“Essa modificação eu reputo ilegal. Porque o estatuto, em dispositivo algum, permite a substituição voluntária dos membros da chapa. E para mim, isso é equivalente a uma elasticidade do prazo de inscrição sem a devida previsão estatutária. O prazo para a inscrição foi até a terça-feira, e ele foi até estendido (das 17h para as 20h). Se foi estendido é porque corrobora que deveria ter sido feito até aquele momento”, analisou.

“A princípio, por considerar essa mudança nula e inválida, a nossa impugnação deve da chapa que foi protocolada no dia 26, dentro do prazo, Mas outras questões serão discutidas dentro da equipe jurídica para ver qual atitude será tomada perante essa modificação, que reputamos ilegal e arbitrária. Não aceitaremos manobras e essa retificação. Mas se isso estará dentro da impugnação que apresentaremos amanhã, só após a reunião do nosso corpo jurídico”, concluiu Godoy.

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