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Hélio dos Anjos deixou mistério no ar sobre o time do Náutico para o clássico Hélio dos Anjos deixou mistério no ar sobre o time do Náutico para o clássico

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Técnico do Náutico deixa dúvida sobre usar atletas pendurados contra Sport

Foto: Tiago Caldas/Náutico
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O Náutico chega para a última rodada do Campeonato Pernambucano, contra o Sport, na Ilha do Retiro, às 16h deste domingo (7), com seis atletas pendurados, além do técnico Hélio dos Anjos. São eles Rhaldney, Camutanga, Bahia, Djavan, Marciel e Vinícius. Desse grupo, quatro são titulares e peças importantes no esquema alvirrubro. Por isso, foi levantada a hipótese de que eles sejam poupados para que não recebam o terceiro amarelo e fiquem de fora da semifinal do Estadual. Porém, o Náutico vai relacionar todos os jogadores, só que o treinador deixou uma dúvida no ar sobre a utilização dessas peças no clássico.

“Uma coisa já tá certa, o Camutanga está recuperado, treinando com o grupo desde ontem e os outros também estão todos normais. Eu, a princípio, penso em aproveitar todos os jogadores do elenco para esse jogo e, naturalmente, a nossa decisão final da escalação vai acontecer no domingo, a partir de algumas observações. Mas todos os jogadores disponíveis do elenco, acredito eu, vão estar na relação, já que eu relaciono sempre e vinte e três jogadores quando o jogo é no Recife”, disse Hélio dos Anjos. 

O Náutico tem garantida a liderança da primeira fase com bastante folga e aguarda a definição do confronto entre quarto e quinto lugar, pois o vencedor desse duelo será o seu adversário na semifinal. Com isso, vê o clássico diante do Sport como um teste importantíssimo para o momento decisivo do Estadual.

Sem vantagem por ser experiente em clássicos

Com o Náutico, Hélio dos Anjos vai defrontar Umberto Louzer, técnico recém-contratado pelo Sport, que tem apenas uma partida no comando da equipe e vive sua primeira passagem no futebol pernambucano. Enquanto que o comandante alvirrubro tem vasta experiência no estado, por três passagens no Náutico e duas no Leão em seu currículo. Ele soma vários clássicos no seu currículo, mas não vê que isso lhe dará alguma vantagem nesse duelo particular na área técnica.

“Eu não vejo vantagem nenhuma, em relação ao Umberto, ao Sport, neste momento, por eu ter participado de um dos clássicos em Pernambuco. Não vejo, mesmo. Eu acho que o futebol é muito momento, ninguém pode ficar vivendo de resultado. Nós temos a consciência de que, no clássico, você tem que entrar sempre para ganhar, porque é um jogo diferenciado. Independente de valer isso ou aquilo, ninguém quer perder. E, naturalmente, eu não me vejo em vantagem hipótese alguma, por ter já feito aqui inúmeros clássicos, no futebol pernambucano, no próprio futebol brasileiro”, acrescentou.

Outro ponto que Hélio destacou é que, se ele não tem vantagem por ser mais experiente que Louzer, o Sport também não leva vantagem em cima do Náutico por ser um clube da Série A. Mesmo com um maior orçamento em relação ao Timbu, o treinador assegurou que sua equipe jogará para vencer, sem temor algum ao adversário.

“Agora é uma coisa boa, na minha maneira de enfrentar o clássico, não existe temor, independente de um time estar na primeira divisão. Para mim isso não é vantagem em hipótese alguma. E pra mim, em relação a contra um. Um grande clube. Um grande rival, na primeira divisão, com jogadores de nível técnico muito bom. Não vamos temer”, arrematou o técnico do Náutico.

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