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Dado explica mudanças e diz que expulsão desgastou o Bahia

Veja os principais trechos da entrevista do técnico após derrota para o Ceará na ida da final do Nordestão

Foto: Felipe Oliveira/ EC Bahia
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Após a derrota por 1 a 0 para o Ceará, na tarde deste sábado, em Pituaçu, o técnico Dado Cavalcanti avaliou o confronto válido pelo primeiro jogo da final da Copa do Nordeste. De acordo com ele, foi um jogo muito truncado, até feio, de poucas chances, onde o Esquadrão acabou ‘penalizado’ com o gol sofrido nos acréscimos.

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“O jogo foi igual, foi disputado, decidido em um detalhe, até certo ponto penalizando a nossa equipe no fim, mas a decisão está em aberto. Temos totais condições de ir para o Castelão”, iniciou.

“Fizemos um bom início de jogo, levamos o Ceará para trás, conseguimos um pouco do nosso perfil de qualidade, e os detalhes do jogo, a história do jogo, foi cruel para a gente. Então é ter um pouco mais de tranquilidade porque podemos sim reverter o placar”, acrescentou Dado.

Além disso, o treinador avaliou que a meia hora com um a menos desgastou o Bahia, sobretudo em um gramado encharcado, tirando forças do Esquadrão para pressionar na etapa complementar.

“Ficamos 25 minutos correndo atrás do Ceará. A verdade é essa. A expulsão veio aos 19 (minutos, de Luiz Otávio, do Bahia) e a de Charles (do Ceará) nos acréscimos. Então passamos o primeiro tempo inteiro correndo atrás. Houve um sacrifício grande, principalmente dos homens de frente, que correram mais para trás do que para frente”, afirmou.

“E na hora que voltamos para o segundo tempo em igualdade, tentamos correr para frente, tentamos pressionar, mas como falei eles foram perdendo rendimento físico e dentro de campo foram enfraquecendo. As trocas ocorreram justamente nesse sentido”.

Agora, Ceará e Bahia voltam a se enfrentar, mas no estádio Castelão, próximo sábado, às 16h, pela finalíssima da competição. O Vozão, vencedor na ida, tem a vantagem de jogar pelo empate, enquanto o Tricolor precisa vencer para, ao menos, levar a disputa para os pênaltis.

Confira outros trechos da entrevista coletiva

A saída de Daniel deixou a Bahia menos criativa? E por que ele e não Thaciano?

“Realmente a saída de Daniel trouxe isso. Daniel é um jogador que traz esse equilíbrio, um jogador de dinâmicas curtas, o passa-e-recebe. Porém, Daniel tem um pouco mais de fragilidade física e o campo, na oportunidade da expulsão, tinha muitas poças, era um campo muito pesado, muito encharcado. E, na nossa leitura, dificilmente Daniel terminaria o jogo, então fiz a opção por sacrificar Daniel. Mas realmente ele é um dos criadores da nossa equipe, um dos mais importantes. A permanência de Thaciano se deu por acharmos que tínhamos Patrick na construção e Thaciano seria o cara que se aproximaria na frente, chegaria mais ao gol adversário. Daniel também é um jogador de perímetro que joga mais por trás”.

Sobre as mudanças

“A primeira troca foi um sacrifício (Daniel por Juninho). E todas as outras também foram similares a uma condição física porque os nossos jogadores foram, pelo jogo difícil, pelos momentos com um a menos, os nossos homens de frente são responsáveis por resolver o jogo, foram se deteriorando fisicamente. Rossi, Rodriguinho, Gilberto, Thaciano… então foi vindo um atrás do outro, tentando manter o mesmo nível de intensidade. Obviamente que acaba a questão técnica diferente, muda um pouco. Mas essa foi a tônica de hoje”.

Por que nenhuma chance de gol?

“O jogo foi isso. Matheus Teixeira não fez nenhuma defesa, acho que foram cinco oportunidades criadas por nós, duas para eles, as duas de bola parada. O jogo foi assim, foi feio, foi truncado, brigado, disputado. E acho que sobrou poucos espaços para as duas equipes.

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