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Wagner Lopes, técnico do Vitória Wagner Lopes, técnico do Vitória

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Vitória: Após nova derrota, Wagner Lopes mostra confiança e refuta clima de ‘terra arrasada’

Pietro Carpi/EC Vitória

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O Vitória tropeçou frente ao Londrina e ficou em uma situação mais complicada na luta contra o rebaixamento. Com esse novo tropeço, o Leão chegou a uma série de quatro jogos sem vencer, mas, mesmo assim, na análise do treinador Wagner Lopes, não há nenhum clima de “terra arrasada” no clube, que ainda tem forças par conseguir escapar do rebaixamento à Série C.

“Ainda tem muito campeonato pela frente. Não tem terra arrasada. A gente sabe da nossa responsabilidade, mas você ganha um jogo e muda tudo, muda o sentimento, a pressão. E está tudo muito embolado, tem muitos jogos. Acredito muito que a gente pode escapar do rebaixamento, sim”, afirmou o comandante.

Ele ainda ampliou o comentário sobre o momento do clube e a influência do fator psicológico no elenco rubro-negro. “Mental forte é tudo em qualquer situação, tanto positiva quanto negativa. Precisamos ter mais calma, a gente está tentando passar isso, mas não é porque perdeu que está tudo terra arrasada. Está tudo próximo ali. Se você for ver, em termos matemáticos, tem muita chance”.

Com essa análise otimista do futuro do Leão da Barra, Wagner comentou sobre a influência do gol sofrido logo no segundo minuto de jogo, que rendeu a derrota pelo placar mínimo frente ao Londrina. Na leitura dele, o tento relâmpago desestabilizou o time e alterou todo o planejamento tático que havia sido construído para a partida.

“Acaba com qualquer estratégia, porque a gente tem que sair, e, apesar da posse de bola, não tivemos aproximação, com ultrapassagens. (Faltou) caprichar nesse cruzamento, cruzar com mais gente na área, acho que é uma somatória. E calma, ter tranquilidade na hora de cruzar, envolver o adversário, criar uma situação de drible, superioridade numérica, ultrapassagem, usar isso na hora certa. Acho que o nervosismo fez com que a gente errasse muito nas finalizações”.

Com isso, o técnico também assumiu a culpa pela falta de gols que vive o clube. Com 18 gols marcados, o Vitória tem o segundo pior ataque da Série B e, de quebra, não marca um gol há três rodadas. “Falta de gols é culpa do treinador. É minha culpa, minha responsabilidade. Eu vou sempre estar protegendo meus jogadores em qualquer situação. Pode colocar na minha conta”.

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