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Leston Júnior, técnico do Santa Cruz Leston Júnior, técnico do Santa Cruz

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Reestreando no Santa, Leston foca em trabalho psicológico para ter time forte contra Floresta

Rafael Melo/Santa Cruz FC

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O Santa Cruz encara um jogo decisivo nesta terça-feira, ou melhor, um jogo definitivo, como descreveu o treinador Leston Júnior, que fará sua estreia justamente contra o Floresta, sua antiga equipe, no jogo único da primeira etapa da pré-Copa do Nordeste. Para este confronto, o técnico afirmou haver grande expectativa, mas garantiu que vem trabalhando no emocional do elenco para que os insucessos da temporada não reflitam na atuação em campo.

“Fazer um jogo de estreia em um cenário de um jogo definitivo, porque ou a gente avança ou a gente é eliminado. São elementos que potencializam a expectativa, mas, paralelo a isso, existe uma confiança de que a gente consiga reproduzir parte daquilo que trabalhamos nesses 15 dias, para que tenhamos 90 minutos equilibrados. Mesmo com essa expectativa, a gente tem trabalhado para gerar um ambiente de tranquilidade, para ter atletas na sua melhor condição”.

Mesmo mostrando esse otimismo sobre o que foi trabalhado, Leston reafirmou que as condições de trabalho, com apenas 18 dias para reiniciar o curso de um time que vinha em má fase, não foram as ideais.

“Não vou ficar sentado em cima do pouco tempo de preparação, levando em consideração a transformação que foi feita, as mudanças que foram feitas no elenco pós Série C, com a saída de muitos atletas, a manutenção de um grupo muito enxuto e a chegada de três atletas. Isso tudo acontecendo em 18 dias de treinamento não é o ideal, mas acredito que foi o suficiente para que a gente desse um mínimo de padrão possível à equipe”.

Nesse meio tempo, um dos focos corais foi o trabalho psicológico e emocional, como afirmou o técnico. “A gente atacou muito, talvez até mais que a parte tática. Tentar diminuir as sequelas da temporada ruim. Da forma que aconteceu o rebaixamento à Série D, isso tem um peso muito grande e você precisa de tempo para digerir isso”.

Com isso, ele também afirmou que o elenco quer provar que pode construir uma história melhor no clube. “Mostramos que é um momento desafiador, mas que esses atletas que aqui estavam e participaram dessa campanha tem a oportunidade de mostrar um cenário diferente, e a gente tem sentido dos atletas uma vontade grande de fazer acontecer”.

O jogo

Para o confronto com o Floresta, Leston garantiu que o time não terá grandes mudanças quanto às peças que entrarão em campo, até por causa do curto elenco que o Santa Cruz tem em mãos.

“A gente tem uma definição, que não é nada tão radical a nível de mudança de nomes, até porque o elenco que permaneceu é enxuto. Mas o que eu espero ver é uma equipe equilibrada em todas as fases do jogo, não posso criar parâmetro em relação à equipe da Série C, porque eu não estava aqui, então meu olhar era sempre como adversário”.

Por fim, ele também comentou sobre o adversário coral, que é, justamente, o time que ele comandou ao longo do último ano e meio, o Floresta.

“O maior perigo que o Floresta oferece pra o Santa Cruz é o coletivo, porque é uma equipe formada 100% por atletas que estavam na campanha do vice-campeonato da Série D de 2020 e da disputa da Série C de 2021, então é uma equipe que se conhece bem, que tem uma ideia de jogo estabelecida. O Daniel Rocha, que era o auxiliar da casa, assumiu o comando e deu sequência ao trabalho que vinha sendo feito desde março de 2020. Então, o maior perigo que pode apresentar é ser uma equipe coletivamente sólida”.

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