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Ceará segura pressão do Atlético-MG e empata no Mineirão

Felipe Santos/Ceará SC

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Vozão não criou chances reais no jogo, mas garantiu ponto

O Ceará não teve uma noite muito produtiva no Mineirão, mas o resultado veio. Contra o Atlético-MG, o Vozão basicamente não conseguiu atacar em campo, mas segurou a pressão mineira, selou o 0x0 e volta para a capital alencarina com um ponto na bagagem.

Em campo, o domínio do jogo esteve ao lado do Galo. Os mandantes tiveram ampla margem na posse de bola (63×37), nas finalizações (16×4), nos escanteios (12×0) e nas chances claras de gol, com o Ceará tendo apenas uma boa oportunidade na área adversária.

Como fica?

Com o empate, o Galo chega aos 47 pontos e ocupa a 7ª colocação do Brasileirão. Do outro lado, o time de Porangabuçu soma 33 pontos e é o 16º colocado. Assim, o Vozão tem apenas três pontos de vantagem sobre a zona de rebaixamento, aberta pelo Cuiabá.

Agora, o próximo jogo do Ceará acontece às 16 do próximo domingo. De volta ao Castelão, o Vozão recebe justamente o Cuiabá, em um confronto direto contra o Z4 do Brasileirão. Na parte de cima, o Atlético-MG visita o Flamengo às 20h30 do próximo sábado.

Atlético-MG x Ceará

1º tempo: Só deu Galo

No Mineirão, os mandantes entraram em campo na intensidade. Achando espaços pelas laterais cearenses, o Galo controlou a posse de bola, pressionou no último terço e teve boas chances. Do outro lado, o Ceará não encaixou os contra-ataques e quase não levou perigo.

O ímpeto atleticano estancou por volta dos 15 minutos e só voltou a aparecer com destaque depois dos 30, em um chute rasteiro de Nacho Fernández, que desviou em Luiz Otávio e parou na trave esquerda de João Ricardo.

Mas o maior susto veio logo na sequência – e não foi por jogada. Em lance no ataque do Atlético-MG, o volante Richard Coelho, do Ceará, levou uma bolada na cabeça e sofreu uma concussão. Ele foi deixou o campo de ambulância, já consciente, e levado a um hospital.

Depois do susto, os mandantes ainda tentaram voltar a pressionar, mas esbarraram na forte última linha de cinco defensores cearenses. Assim, a etapa inicial não teria mais nenhum lance de perigo.

2º tempo: Mais pressão atleticana

E não foi o intervalo que mudou a cara do jogo. A pressão ofensiva seguiu a favor do Atlético-MG, que controlava o ritmo de jogo, ditava as ações no último terço e buscava chances para abrir o placar. Mas a linha de cinco do Ceará seguia fechada, mas com espaços na ponta.

Do lado nordestino, as chances seguias raras. Ao longo de todo o jogo, a única oportunidade real do time de Lucho González veio aos 8 da etapa final, com Jô dividindo na pequena área e parando no goleiro Rafael.

E também não foram as substituições que mudaram esse perfil de pressão belo-horizontina. Nos minutos finais, o Galo ainda tentou elevar o ritmo e conseguiu mais uma série de chances reais, quando o Ceará apenas se fechava na defesa. Mas nada que mudasse o 0x0.

Ficha do jogo

Atlético-MG (0)
Rafael; Guga, Jemerson, Junior Alonso e Dodô (Rubens); Allan, Otávio (Eduardo Vargas), Matías Zaracho e Nacho Hernández (Alan Kardec); Keno (Ademir) e Eduardo Sasha (Cristian Pavón). Técnico: Cuca.

Ceará (0)
João Ricardo; Nino Paraíba, Luiz Otávio, Gabriel Lacerda e Bruno Pacheco (Diego Rigonato); Richardson, Richard Coelho (Fernando Sobral), Guilherme Castilho (Jhon Vásquez) e Victor Luís; Lima (Geovane) e Jô (Cléber). Técnico: Lucho González.

Local do jogo: Arena Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (Fifa-SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Daniel Luis Marques (SP)
Cartões amarelos: Otávio, Keno, Jemerson (CAM), Luiz Otávio, Richardson, Lima e Diego Rigonato (CEA)
Público: 34.718 torcedores
Renda: R$ 974.703,00

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