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Paulinho Kobayashi, técnico do Altos Paulinho Kobayashi, técnico do Altos

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Técnico alerta riscos e diz que Altos não pode ‘jogar lá atrás’ contra Santa Cruz

Foto: Altos/Divulgação

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Depois de voltar a respirar na Série C na última rodada, ao bater o Floresta, o Altos tem agora mais um jogo contra uma equipe em situação delicada no campeonato. O Santa Cruz, que é o lanterna do Grupo A, com 11 pontos. Consciente de que o adversário vai para cima, buscando a vitória desde o começo, o técnico Paulinho Kobayashi já falou que é preciso fazer um jogo de “paciência e malandragem” diante dos pernambucanos.

Por outro lado, ele também destacou que não vai fazer jogo retrancado no Recife-PE. Até porque, segundo o comandante, se for jogar dessa forma, o Altos perde competitividade. Então é preciso tirar proveito do momento que o Santa Cruz vive, sem jogar atrás, para incomodar e levar perigo aos donos da casa.

“Isso não nos deixa competitivos. Temos que pensar na competição, não podemos achar que temos que ficar lá para se defender, jogar lá atrás. Nossa equipe é qualificada. O mais importante é conquistar o objetivo, sair de lá já sem chance de rebaixamento. A gente tem que jogar para o Altos. Podemos até tirar proveito, se a gente jogar futebol. Temos que pensar na nossa equipe, precisamos fazer que a gente consiga o resultado, independente da dificuldade”, disse Paulinho Kobayashi. 

O treinador do Verdão não poderá contar com o atacante Lucas Campos, que fez boa partida contra o Floresta na última rodada, por estar suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Com isso, será preciso fazer alguns ajustes na maneira de atuar da equipe em relação ao jogo passado. Isso porque, com a formação usada anteriormente, o Altos voltou a balançar as redes após três jogos em branco. Portanto, Kobayashi quer manter, na medida do possível, um encaixe para que o time siga marcando gols.

“É um jogo difícil, tem que ter equilíbrio, trabalhamos nesta semana para que a gente pudesse ter essa maneira de jogar, atuar. Não que a gente não tenha um atacante como o Lucas Campos, mas as necessidades, principalmente visando o que o adversário faz, pensamos uma outra maneira de jogar”, finalizou o comandante do Altos.

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