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Campinense: Ranielle prevê jogo duro contra América-RN, mas crê em apoio da torcida como diferencial

Daniel Lins/Campinense

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O Campinense está a um passo de concretizar o sonho do retorno à Série C. Para isso, o time tem um duro desafio em casa contra o América-RN na tarde deste sábado. Na visão do treinador Ranielle Ribeiro, que espera um adversário “duríssimo” no caminho da Raposa, o time está preparado para o confronto e, com o apoio da torcida, pode buscar esse objetivo de longa data.

“Temos um adversário duríssimo. O América, fora de casa, já mostrou que é um time muito difícil de se jogar. Na fase classificatória eles ganharam fora do Atlético-CE, do Sousa. No mata-mata, venceram o Moto Club e o Itabaiana também fora. Então é um adversário muito complicado fora dos seus domínios, mas nós estudamos bem, nos organizamos e treinamos o que eles podem fazer para nos surpreender”, afirmou Ranielle.

Outro fator importante para buscar esse bom resultado é o apoio da torcida rubro-negra no Amigão, como também analisou o treinador do clube de Campina Grande. Na visão dele, o time tem a missão de garantir que o apoio da torcida se torne algo positivo para o clima do jogo.

“A presença do torcedor é o sonho de todo e qualquer profissional do futebol, principalmente do jogador, que vive dentro das quatro linhas, de receber essa energia. Cabe a quem estiver participando do processo, assimilar e trazer para dentro de si a motivação que a torcida vai proporcionar, para que a gente converta esse incentivo em ações positivas, dedicação máxima, comprometimento e concentração”.

Ainda sobre a pauta da torcida, Ranielle pediu que não haja clima violento por parte dos torcedores. Na semana passada, alguns torcedores americanos fizeram ataques ao hotel e ao ônibus do Campinense em Natal, mas, ainda assim, o treinador reforçou que não pode existir clima de revanchismo sobre isso.

“O pedido é que não haja revide. Cenas como aquelas não devem nem podem se repetir, pois um erro não vai justificar o outro. Precisamos de um mundo melhor, sem violência e com paz. Hoje, a torcida do Campinense tem uma ferramenta de começar com esse mundo melhor, fazendo a festa dentro do estádio, deixando a disputa dentro de campo. Se queremos paz, nossa torcida tem essa oportunidade. A comissão técnica do América, os dirigentes, os jogadores não têm culpa”, afirmou.

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