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Após erros em derrota, Hélio dos Anjos detona arbitragem

Timbu foi melhor, mas teve gol gol mal anulado e pênalti não marcado

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Não ficou barato para o árbitro André Rodrigo Rocha. Após a derrota por 1 a 0 para o Juventude, na noite deste sábado, – mesmo exercendo amplo domínio no confronto –  o técnico Hélio dos Anjos detonou a condução do jogo feita pelo juiz tocantinense. Segundo o treinador, o pênalti não dado e o gol mal anulado foram “determinantes” para o revés do Timbu em Caxias do Sul. 

O Alvirrubro, com a nova derrota, segue em situação alarmante no Z4, e viu diferença para o 16º colocado, o Cruzeiro, aumentar para sete pontos. Se quiser fugir do rebaixamento, terá que vencer oito dos próximos 14 jogos. Veja a declaração e mais tópicos. 

“O sentimento é de impotência, com uma arbitragem insegura, tecnicamente frágil, aonde teve todo o envolvimento com a nossa derrota. Tivemos um gol super mal anulado, em outro momento, quando melhoramos nosso psicológico para empatar, tivemos uma penalidade máxima não marcada. Nós não tivemos jogo depois do gol do Juventude, eles não quiseram jogar e nós tivemos só cinco minutos de acréscimo. O sentimento é impotência com a arbitragem, muito insegura e num jogo muito importante para nós e para o próprio Juventude”, declarou.  

O timbu fez uma boa partida em Caxias, mas a arbitragem teve 2 erros capitais. E a distância para sair do Z4 começa a ficar inalcançável…

Análise

“Esses números positivos que nós tivemos no jogo não foram transferidos para uma vitória que, caso acontecesse, seria merecida. Eu estou muito sentido, o grupo está muito sentido, porque nós trabalhamos muito bem para conseguir uma vitória e a gente sabe que o mais importante é o emocional, é não deixar que a carga de cobrança diminua o ímpeto de jogo que o time pode ter nas próximas rodadas. Eu vejo nosso time encaixado no sentido daquilo que precisamos fazer, mas acredito piamente nessa sequência de grandes jogos nossos. Eu fico acima de tudo convicto que nós melhoramos muito e precisamos naturalmente melhorar mais em função de que necessitamos urgentemente de resultado”.

Psicológico

“Eu achei normal a instabilidade após o gol. O gol surpreendeu nós fora do campo mas também os jogadores. Mas a reação após o gol foi muito positiva, tivemos o ímpeto de fazer o gol, criamos quinze situações de definições, o adversário teve cinco. Tivemos uma posse de bola que não foi passiva, foi agressiva. Criamos intensidade e isso para mim foi um fato muito importante. Essa bola vai entrar, o gol vai aparecer e nós não vamos ter a infelicidade de aparecer um árbitro na nossa frente, inseguro, frágil e acima de tudo, aceitando o anti-jogo do Juventude.”

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