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Em jogo de poucas chances, CSA empata com Figueirense, mas volta ao G4

Foto: Brasileirão/AGIF

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A noite desta sexta-feira não teve muitas emoções e oportunidades, mas, de todo modo, acabou como suficiente para o CSA, apesar de pouquíssimo produtivo em campo. No Orlando Scarpelli, pela 33ª rodada da Série B, o Azulão empatou em 0 a 0 com o Figueirense e retomou a quarta posição no G4, principal objetivo do time – os alagoanos começaram a rodada entre os primeiros colocados, mas haviam caído para quinto.

O empate deixa o CSA com 52 pontos na tabela de classificação, igualado com o Juventude no somatório, mas à frente do Jaconero em número de vitórias (15 x 14). Na próxima rodada, o Azulão vai até o Durival de Britto e visita o Paraná, na terça-feira (12).

Na luta contra o rebaixamento, quem comemorou – e muito – o resultado foi o Náutico, que venceu o Paraná por 2 a 1 nos Aflitos – e saiu do Z4 – e viu o Figueirense, rival direto na briga, frear nos 36 pontos, na 17ª colocação.

Estatísticas

Posse de bola: Figueirense 44% x 56% CSA
Finalizações: Figueirense 14 x 11 CSA
Finalizações no gol: Figueirense 3 x 3 CSA
Passes: Figueirense 327 x 428 CSA
Precisão nos passes: Figueirense 255 (78%) x (80%) 355 CSA

Leve domínio…

Como esperado, o CSA levou um pouco de calor do Figueirense nos primeiros minutos – ainda assim sem agredir o gol de Matheus Mendes – , mas conseguiu se reequilibrar no jogo, com maior posse e organização tática. O leve domínio sobre o Figueira (53% x 47%), no entanto, não foi refletido em grandes oportunidades criadas.

E poucas oportunidades. 

Não à toa, o Azulão teve apenas duas chances claras de gol. A primeira, aos 24 do 1T, com Paulo Sérgio, que marcou após passe pelo alto de Bilu, mas teve impedimento assinalado pelo árbitro, e a segunda, com Bilu mandando por cima do gol depois de cruzamento certeiro de Norberto, 15 minutos depois . À parte das jogadas construídas, ficou a dificuldade dos meias do CSA encontrarem os atacantes, muito espaçados no campo. 

Retorno mais aceso…Final semelhante.

No segundo tempo, o CSA até que esboçou um pouco mais de mais eficiência – ora chegando pelos lados, ora encontrando mais espaços no miolo de defesa do Figueirense – mas voltou a pecar na intensidade. Tanto que depois de criar a maior chance de perigo na partida, com Cleberson, aos 10, cabeceando rente à trave de Rodolfo, os alagoanos pouco fizeram.

Por outro lado, o Figueirense também nada produziu para esboçar qualquer reação. Aos 29, apenas, Diego Gonçalves arriscou de fora da área e Matheus Mendes espalmou – e nada mais. Resultado justo, no fim das contas.

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