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Marcão e Dumas processam Náutico em ações, somadas, de R$ 135 mil

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A liminar concedida pela juíza Marilia Leal Montenegro Spinelli na última sexta-feira, concedendo a rescisão indireta do contrato do lateral esquerdo Kevyn não é a única bronca que o Náutico terá que resolver na Justiça nesse início de temporada. Isso porque, o goleiro Marcão e o zagueiro Rafael Dumas, que deixaram o clube durante a Série B, também acionaram o Alvirrubro na Justiça do Trabalho alegando atrasos salariais, não recolhimento de FGTS, e também o não pagamento do proporcional de férias e 13º. Somadas, as duas ações chegam a pouco mais de R$ 135 mil.

O maior montante se refere à ação movida por Dumas, no último dia 10, no valor de R$ 74.904,28. No causa, o jogador, que tinha um salário de R$ 6 mil mensais, reclama do não pagamento do terço das férias, 1ª parcela do 13ª salário, além de 13 meses de não recolhimento de FGTS, indenizações, seguro de acidente de trabalho e de atrasos nos salários de dezembro e janeiro. 

De acordo com a ação, pelo fato do jogador ter sofrido uma grave lesão no joelho, houve um acordo para extensão de contrato até fevereiro e que após a liberação por parte do clube, em novembro, o jogador precisou bancar o período final de recuperação “com suas economias pessoais”. 

Contratado em janeiro de 2020, Rafael Dumas disputou apenas três partidas pelo Náutico e não marcou gols.

Já a causa movida pelo goleiro Marcão (atualmente no Uberlândia) é no valor de R$ 60.343,50 e foi dada entrada na Justiça no último dia 2 de fevereiro. O jogador, que tinha uma remuneração mensal de R$ 12 mil, entre salário na carteira de trabalho e direito de imagem, também cobra atrasos salariais (outubro e novembro), férias, 13º salário, além de não recolhimento do FGTS e multas rescisórias.  O goleiro disputou cinco partidas pelo Timbu.

Procurado pelo NE45, o vice-presidente jurídico do Náutico informou que o clube ainda não foi notificado oficialmente sobre as duas ações e que só após isso irá se pronunciar sobre os casos.

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