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FPF projeta flexibilização em decreto do Governo e crê em liberação de público de 3 a 5 mil torcedores em março

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O decreto atual do Governo do Estado, limitando o público a 500 pessoas nas praças esportivas, está perto de encerrar, o que acontece já na próxima terça-feira. Com ele, naturalmente, novas costuras voltam a ganhar força para flexibilizar o aumento na capacidade de espectadores permitida nos estádios de futebol. E, dentro deste processo, está a FPF, que projeta liberação de público de três a cinco mil torcedores a partir do próximo mês, de acordo com Evandro Carvalho, mandatário da entidade.

“O Governo deve ampliar a capacidade que hoje é de 500 pessoas em eventos. Vamos buscar esse número e esperamos de três a cinco mil torcedores”, disse, brevemente, em contato por mensagem, Evandro.

Sport e Náutico, por exemplo, foram os únicos times da capital a mandarem seus jogos com torcida em suas casas ‘no limite’ da mais recente determinação imposta pelo Governo – o Leão, contra Caruaru City, na Ilha do Retiro, e o Timbu, diante do Retrô, nos Aflitos.

O Santa Cruz, por outro lado, ainda não pôde atuar no Arruda na temporada, uma vez que o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar não aprovaram os laudos do estádio, que passa por novos reparos para atender às exigências das corporações. Problema que também respingou, dias depois, em Sport e Náutico, proibidos de colocarem torcida nas suas partidas.

Ainda de acordo com Evandro de Carvalho, a ‘negociação’ pela reabertura dos estádios tem se dado de forma individual. O Tricolor, por exemplo, tem marcada uma reunião com os Bombeiros nesta sexta-feira para equacionar o imbróglio – já que busca reabrir o Arruda independentemente do quantitativo de público – , enquanto o Timbu e o Leão, segundo o presidente da FPF, querem aguardar o aumento da capacidade ser anunciado pelo Governo.

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1 comentário

1 comentário

  1. Fernando Guimarães da Silva

    26 de fevereiro de 2022 a 14:43

    Tudo é muito relativo. Covid e gripe tem uma distância tênue. Hoje, vários países já tratam a Covid como gripe. Temos que enfrentar a situação como um fato normal que nunca acabará. Temos que viver, trabalhar e admitir que a situação não vai mudar. Inglaterra já não exige mais a máscara.

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