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Léo Condé projeta próximos jogos do Vitória em fase decisiva dos campeonatos regionais: “Não vai ter equipe mista”

Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

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Rubro-Negro ainda busca a classificação no Nordestão e no estadual

O treinador Léo Condé comentou sobre os próximos jogos do Vitória na Copa do Nordeste e no Campeonato Baiano e como administrará o elenco em ambas as competições. O técnico também falou sobre a incomoda marca de cinco anos sem chegar a fase decisiva do estadual e ressaltou a importância do campeonato.

O Vitória volta as suas atenções ao campeonato estadual após empatar nos minutos finais com o Náutico por 1 x 1, nesta quarta-feira (21), em confronto válido pela quarta rodada da Copa do Nordeste.

“Nesse momento a gente volta com foco total para a disputa do estadual. São cinco anos que o Vitória não se classifica para fase final e a gente espera buscar a classificação. Até porque, tem as vagas para a próxima temporada. Então é muito importante a gente buscar essa classificação. Foco total e a partir do momento que se classificar, vai depender muito do contexto, as datas certas dos jogos e como a gente vai definir as equipes”, analisou o treinador.

“Não vai ter equipe mista, equipe reserva, pode ter alterações de uma partida pra outra, mas a gente vai tentar sempre mandar a campo aquilo que temos de melhor enquanto a gente tiver chance de classificação nas duas competições”, ressaltou.

Analise de Vitória x Náutico

O treinador também comentou sobre a atuação da equipe na última partida. Reconhecendo o desempenho abaixo do Rubro-Negro no primeiro tempo e, apontando os desgastes físicos e emocionais do clássico disputado no último domingo (18), como um dos principais motivos.

“Cada jogo tem a sua particularidade, nenhum jogo é igual ao outro. A grande verdade é que a gente fez um primeiro tempo muito abaixo daquilo que a nossa equipe tem o hábito de fazer aqui no Barradão. De ser uma equipe impositiva, uma equipe com paciência quando pega uma adversário fechado, e o nosso time jogou num ritmo muito lento. Talvez o desgaste físico e emocional do clássico acabou de uma certa forma apertando também. A gente teve pouco tempo de recuperação”, frisou Léo Condé.

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