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Caio Mello, volante do Santa Cruz, em jogo contra o Central, no Arruda Caio Mello, volante do Santa Cruz, em jogo contra o Central, no Arruda

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Caio Mello cita reconstrução do Santa Cruz como motivação a mais e ressalta importância da torcida: “Coisa de louco”

Foto: Rafael Melo/Santa Cruz FC

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Entre os jogadores com maior minutagem do Santa Cruz na temporada, o volante afirmou que não assimilou pressão por vaga na Série D como peso

Apesar da pouca idade, o volante Caio Mello afirmou que não sentiu a pressão pela conquista de calendário no Santa Cruz como um peso na temporada 2024. Contratado no início da construção do elenco que visava a recolocação do clube Quarta Divisão do futebol nacional em 2025, objetivo que foi alcançado com a vitória diante do Central, no último sábado, o jogador de 24 anos pontuou que se sente honrado em jogador no Tricolor do Arruda.

“Eu não diria que era um peso (a pressão pela vaga na Série D). No meu caso, que vim para o Santa Cruz acreditando no projeto do clube, na reconstrução desse clube, para colocar ele no lugar, foi um algo a mais. Não digo que foi um peso. Para mim, foi uma motivação. Essa instituição precisar estar (no Campeonato Brasileiro), a torcida merece. Eles não podem ficar sem calendário. Eu considero uma honra estar aqui, jogando para essa torcida e vestindo a camisa tricolor. Mesmo com pouca idade, eu me sinto muito tranquilo para estar jogando aqui”, apontou o meio-campista do Santa Cruz.

A vitória diante da Patativa diante de 35 mil torcedores, maior público do futebol pernambucano em 2024 até aqui, também qualificou o Santa Cruz para enfrentar o Sport nas semifinais do Estadual, torneio o qual o Tricolor não vence desde 2016. Por isso, Caio fez questão de valorizar o apoio do torcedor e pedir para que eles se façam presentes na primeira partida diante do Leão, em casa, no próximo sábado (9).

“Vai ser maravilhoso. Eles nos empurraram mais uma vez (contra o Central) e nós queremos continuar bem. Acho que somos nós que trazemos eles ainda mais para perto com uma boa performance e trabalhando para sempre encurralar o adversário. Já quero fazer o apelo para que o morro possa descer e que eles possam estar nos apoiando até nos piores momentos, como eles sempre fizeram”, salientou.

Formado nas divisões de base do Bahia, o volante fez questão de enaltecer a força da torcida tricolor em seu reduto. Assim, Caio apontou que as arquibancadas do Santa Cruz são diferentes de tudo o que ele já vivenciou e, por isso, tem feito, juntamente com o restante do elenco, questão de se doar para fazer os corais voltarem a comermorar um título.

“Eu já tive oportunidade de jogar em clubes com grandes torcidas como o Bahia e a Ponte Preta, mas nunca vi nada que se comparasse com isso aqui. É uma coisa de louco. Sempre que eu entro, durante o hino, fico olhando e sorrindo, pois me sinto muito à vontade. É um algo a mais para mim. Eu sei que tenho que jogar também por eles. A realidade é que muitas vezes a gente, enquanto jogador de futebol, vem, passa quatro meses, joga o Estadual e vai embora. Eles ficam. O pessoal do staff, que está há mais tempo na casa, coloca isso também. Eu quero deixar a minha marca no clube, se tudo der certo ser campeões e deixar o legado”, complementou.

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