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Bolívar estreou pelo Santa Cruz contra o Afogados Bolívar estreou pelo Santa Cruz contra o Afogados

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Bolívar se mostra satisfeito com estreia no Santa Cruz

Foto: Rafael Melo/Santa Cruz
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A estreia de Bolívar no comando técnico do Santa Cruz veio em um empate insosso contra o Afogados, em 0 a 0. Com o placar, o Tricolor volta a enfrentar a Coruja nas quartas de final do Campeonato Pernambucano. Porém, o duelo será disputado no Arruda. Haverá pouco tempo para realizar ajustes até a quarta-feira (5), mas o treinador coral gostou do que viu no estádio Vianão e projeta alguns ajustes, principalmente no ataque.

“A gente teve bastante posse de bola. Quem esteve aqui hoje, viu que é um campo com um gramado mais alto, então isso acaba deixando o jogo um pouco mais lento. Mas eu acho que tudo aquilo que foi pedido para os atletas, de ter a posse com calma, de achar o passe no momento certo, agradou. A equipe do Afogados deixava os lados do campo e procuramos trabalhar pra poder achar esse passe por dentro. Então, faltou este último passe, no último terço do campo. Mas estou feliz com o resultado”, disse o comandante.

O Santa Cruz teve a posse de bola na maior parte da partida, mas teve um poder de criação bastante baixo na partida. Tanto que não chegou a levar grande perigo ao goleiro do Afogados. As duas melhores chances vieram com Pipico, na primeira etapa, e com Bustamante, no segundo tempo. Ainda assim, pela organização tática do Tricolor e a entrega, Bolívar achou suficiente e disse que o resultado não foi ruim.

“Tentamos até o último minuto a vitória. Acho que vocês acabaram vendo nas substituições que colocamos, na grande maioria das substituições, jogadores de frente para que a gente pudesse buscar a vitória. Mas o empate também não é um mal resultado, porque agora acabamos decidindo dentro de casa na próxima quarta-feira”, completou o técnico do Santa Cruz.

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Pontos positivos do Santa Cruz

“Fiquei muito feliz pela organização da equipe, no sistema que a gente vem colocando para os atletas. Tivemos só um treinamento antes dessa partida, um treinamento mais tático com os jogadores que atuaram, até porque a gente viajou na sexta-feira ao meio-dia, então não tinha dado nem as quarenta e oito horas dos atletas. Então a gente foca bem nessa parte tática, eu acho que essa organização foi visível hoje e, com o tempo, vamos encaixando cada detalhe. Acabamos pecando um pouquinho no último passe, no último terço, acabou criando algumas finalizações, mas eu acho que um pouco mais de tranquilidade de poder colocar o companheiro na cara do gol (ajudaria). Mas isso é tudo questão de calma, trabalho, repetição. A gente sabe que tem pouco tempo pra isso, mas eu procurei trabalhar e mostrar em vídeos, para os atletas, para que possamos ter esse último terço de campo com mais qualidade”. 

Opção por repetir equipe que venceu o Retrô

“A repetição é normal até porque eu tive, como eu falei, um dia de treinamento só com os atletas. E é difícil você chegar e querer mudar uma equipe que fez uma grande vitória contra o Retrô. É sempre complicado e é dessa maneira que eu trabalho. Eu não posso querer chegar mudando radicalmente, porque se isso acaba dando errado, fica muito complicado. Então eu acho que você precisa dar confiança para os jogadores que buscaram uma vitória contra o Retrô e, aos poucos, vamos ajustando jogadores que tiverem a possibilidade de entrar. A gente já vai trabalhando com calma”. 

Avaliação da parte física do time

“Eu acho que responderam muito bem, até porque teve um desgaste muito grande no jogo contra o Retrô, pois a gente precisava daquela vitória. Os jogadores acabaram se entregando nos noventa minutos e sabemos que, quando você tem que propor o jogo o tempo todo, o desgaste é muito maior. Foi como aconteceu hoje aqui. As oportunidades que o Afogados teve foi através da transição, onde a gente estava propondo o jogo. E automaticamente, quando você propõe, você tem um desgaste maior. Por isso que precisamos ficar um tempo ainda maior com a bola e poder achar os espaços no momento certo. Então estou muito contente com os atletas. Como eu falei, eu acho que, nesse curto espaço de tempo que a gente tem, precisamos focar muito taticamente, como hoje já foi visível essa evolução. E na parte física, vamos aos poucos também. Os atletas precisam muito mais recuperar do que trabalhá-los. Então vamos pensar bem agora para o jogo de quarta-feira e poder fazer um bom retorno, até porque a viagem desgasta muito, mas os atletas vão ter toda a recuperação possível”.

Responsabilidade do título para conquistar vagas na Copa do Nordeste e Copa do Brasil de 2022

“Acho importante, que a responsabilidade quando você assume um clube da grandeza do Santa Cruz, ela vem desde o início. Sabemos da paixão do torcedor do Santa Cruz, de que os jogadores querem dar alegrias a esse torcedor,  então a responsabilidade é de todos. Estou muito ciente de onde estou trabalhando, numa equipe de tradição,  e espero dar alegria ao torcedor junto aos atletas, que conseguiram a classificação. E agora é decidir dentro de nosso estádio para fazermos um grande jogo”.

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