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Após susto, treinador Ranielle Ribeiro retoma trabalho no Campinense

Samy Oliveira/Campinense

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Recuperado de um mal estar que o tirou dos trabalhos no Campinense, o treinador Ranielle Ribeiro retornou à equipe nesta semana e já comanda a Raposa, com foco no jogo de ida da segunda fase da Série D, contra o Sergipe, no Batistão.

No último dia 1º, Ranielle se afastou dos trabalhos com o clube após apresentar um quadro de precordialgia, precisando ser submetido a um cateterismo e ficar sob acompanhamento médico. Isso afastou o treinador dos trabalhos diretos com o clube na semana passada, tendo, também, ficado sem comandar o time no último jogo da primeira fase da Série D, a goleada por 5 a 0 sobre o Caucaia.

Questionado em entrevista coletiva, Ranielle afirmou que segue em acompanhamento médico, à espera de resultados de exames para um diagnóstico completo do que ocasionou seu quadro. Segundo ele, há a possibilidade de restrição às atividades físicas.

“O susto foi muito grande, mas passou. Fiz um último exame, que os médicos precisam para ter o veredito final de diagnóstico, principalmente em relação a se eu posso voltar já a fazer atividade física agora ou, senão, só daqui a seis meses. Temos que aguardar esse exame para ter o diagnóstico. Eu por mim já sairia daqui para chutar a bola, mas eu vou dar uma segurada porque foi um pedido da equipe médica”, afirmou o treinador da Raposa.

Mirando o jogo deste fim de semana, Ranielle também projetou o comportamento do time no mata-mata da Série D. “Agora é outra competição, outro campeonato, outra mentalidade. O foco é diferente. Tudo que estamos fazendo, principalmente nesta primeira semana, está sendo diferente no sentido de estarmos mais ligados, acesos, comprometidos em alguns detalhes que nós achávamos que era importante corrigir e estamos corrigindo. Até a tônica do treino está diferente”.

Valorizando a competição interna no elenco, o treinador do Campinense também elogiou o trabalho dos atletas. “A entrega dos meus atletas está gigantesca. Por quê? Porque hoje nós temos um grupo de 30 atletas de linha e sexta-feira eu só posso levar 20 para Aracaju, então a briga está muito intensa entre eles, a concorrência interna está muito boa e ela faz com que o nível do treino cresça e, consequentemente, isso faz com que essa queda de rendimento, que estávamos tendo, passe a não existir mais”.

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